Essa vida é impressionantemente engraçada. E eu sou patética!
Extremamente introspectiva e de boa memória, revivo momentos antigos, ao ver fotos não-relacionadas de uma certa época.
Explico: recebi um e-mail de atualização de fotos no álbum do Fusca Club no Picasa. São fotos de 2007, final de ano. Eu já conhecia o Caio, mas três motivos qualificavam minha indiferença a ele: 1) namorava; 2) gordíssimo; 3) o Fusca.
Meu momento era outro: tinha encontrado o homem da minha vida que era ex-noivo d'uma mina super bacana. Namorei com ele 6 dias e percebi que a mulher da vida dele era ela (DEVOLVI).
Tinha 21 anos, trabalhava na ALu, terminava o segundo semestre na FATEC e acabara de comprar meu primeiro carro (o Ford KA, Ted).
Nem sonhava, mas em 3 (três) meses embarcaria para a Espanha em minha primeira viagem de avião. Não tinha passaporte, não tinha perspectivas, tinha tudo e nada ao mesmo tempo. Estava insatisfeita, precisava de algo novo... Meu Deus, como eu sou estranha!
Sim, eu viajei no tempo vendo fotos de pessoas que eu nunca vi! (A grande maioria, pelo menos.)..., e resgatei lembranças de um tempo ao qual sobrevivi apenas.
A vida é incrível... ah, se eu tivesse disposição pra escrever um livro. rs*
Vamo trabalhar que dinheiro não dá em árvore, né?! FUI!
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Thursday, January 5, 2012
Thursday, May 5, 2011
Vida bandida
Como pode um dia de tantos altos e baixos?!
Por um lado, um banana que parece um sol ao me ver... seu olhar, seu sorriso, chegam a ofuscar meus olhos e corar minha face. Tremo diante daquele sentimento que eu não sei o que é.
Daí, tem que aparecer o "whatever"; aquele tudo que virou nada e continua sendo tudo ao mesmo tempo que é nada. E nada muda o nada que é e que vai continuar sendo, sem razão, sem explicação, sem entendimento.
Deveria ser irrelevante, mas é sempre um acontecimento.
Deveria passar despercebido, mas sabemos que não é assim.
Enquanto (súbita e inesperadamente - ainda) espera-se que um reaja, sabe-se que outro é caso perdido.
Ah, e tem o terceiro, o quarto, o quinto... se juntamos todos, não dá um! Que enrascada... --'
Quero algo novo, alguém pra me cuidar... tô tão cansada, sabe. Quero colinhooooooooooooo!!! :'(
Esse frio me deprime. A falta de atitude de quem poderia me interessar me irrita. A saudade me invade por pura carência. E eu continuo sendo a mesma garotinha esperando sabe-se lá o que - SOZINHA.
Vai ver eu mereço, né?... talvez eu procure. Mas, pqp, alguém quebra essa barreira por mim, faz favor???
#prontofalei.
Agora vou dormir... boa noite.
Por um lado, um banana que parece um sol ao me ver... seu olhar, seu sorriso, chegam a ofuscar meus olhos e corar minha face. Tremo diante daquele sentimento que eu não sei o que é.
Daí, tem que aparecer o "whatever"; aquele tudo que virou nada e continua sendo tudo ao mesmo tempo que é nada. E nada muda o nada que é e que vai continuar sendo, sem razão, sem explicação, sem entendimento.
Deveria ser irrelevante, mas é sempre um acontecimento.
Deveria passar despercebido, mas sabemos que não é assim.
Enquanto (súbita e inesperadamente - ainda) espera-se que um reaja, sabe-se que outro é caso perdido.
Ah, e tem o terceiro, o quarto, o quinto... se juntamos todos, não dá um! Que enrascada... --'
Quero algo novo, alguém pra me cuidar... tô tão cansada, sabe. Quero colinhooooooooooooo!!! :'(
Esse frio me deprime. A falta de atitude de quem poderia me interessar me irrita. A saudade me invade por pura carência. E eu continuo sendo a mesma garotinha esperando sabe-se lá o que - SOZINHA.
Vai ver eu mereço, né?... talvez eu procure. Mas, pqp, alguém quebra essa barreira por mim, faz favor???
#prontofalei.
Agora vou dormir... boa noite.
Thursday, March 24, 2011
E se... ?
Cara, eu odeio isso.
O que não foi feito, já era! Pra que remoer o passado?!
Mas eu gosto de solução. Gosto das coisas claras como água... límpidas, ainda que para mostrar toda imperfeição.
Eu sei lidar com o imperfeito... Com o mal resolvido, não!
E é a falta de respostas que me enlouquece, que me entorpece, que me trava.
É o descontentamento com o desfecho que não vi, com o castelo que, quando avistei, no abismo desmoronou.
E eu só me perguntava "o que foi que eu perdi?!"... E até hoje eu não sei... E o não saber me consome.
Deus, ajuda-me no que fazer. Será que é isso um dos empecilhos que afetam minha saúde?!
Tô tão confusa... tão ferida... tão desolada. E ele já não está aqui pra me consolar... faz tempo.
Se eu voltar com essa conversa, o que vai aparecer de gente falando que "quem vive de passado é museu" num tá escrito... mas foi dando ouvidos ao senso comum que eu me meti nessa merda gigante, inclusive, a de não admitir estar doente.
Não dá mais pra tapar o sol com a peneira. Não dá pra aceitar prêmio de consolação só pra não encarar a mim mesma. "O Monstro e a Fuga em Blumenau" voltam à cena... mas, dessa vez, não é pelo Leandro.
Ê, Juju... quando é que tu vai crescer, guria?!
Parece que ouço a tia Tânia me falando do meu "mundinho cor-de-rosa"... me advertindo pra sair dele logo, antes que me magoassem... too late, titia; agora já foi!
E se não foi não é?!
Gostaria de me confrontar sem nenhuma esperança ou desejo de. É aquele medinho, misto com vaidade, orgulho besta de gente idiota! Medo da humilhação mesmo já estando lançada ao chão. What the hell with me?! I don't really know... but I wish I do.
Queria dormir e acordar num mundinho perfeito, naquele dia seguinte que acabou naquela mesma noite com uma notícia surpreendentemente bombástica que não me deixou dormir nas três noites seguintes, que não me deixou apreciar a comida que comia (não queria me alimentar). Nunca antes na história da minha vida (parafraseando o nosso ex-presidente, rs) eu me vi daquele jeito. Nunca estive tão segura e, em seguida, sem chão. O tudo, de fato, tornou-se nada... e eu chorei amargamente.
Já chega de lembrar e recontar. Preciso mesmo dar solução ao meu "causo" de saúde. Por isso, mais uma vez eu peço: MEU DEUS, ME AJUDE!
#oremos.
beiJu***
O que não foi feito, já era! Pra que remoer o passado?!
Mas eu gosto de solução. Gosto das coisas claras como água... límpidas, ainda que para mostrar toda imperfeição.
Eu sei lidar com o imperfeito... Com o mal resolvido, não!
E é a falta de respostas que me enlouquece, que me entorpece, que me trava.
É o descontentamento com o desfecho que não vi, com o castelo que, quando avistei, no abismo desmoronou.
E eu só me perguntava "o que foi que eu perdi?!"... E até hoje eu não sei... E o não saber me consome.
Deus, ajuda-me no que fazer. Será que é isso um dos empecilhos que afetam minha saúde?!
Tô tão confusa... tão ferida... tão desolada. E ele já não está aqui pra me consolar... faz tempo.
Se eu voltar com essa conversa, o que vai aparecer de gente falando que "quem vive de passado é museu" num tá escrito... mas foi dando ouvidos ao senso comum que eu me meti nessa merda gigante, inclusive, a de não admitir estar doente.
Não dá mais pra tapar o sol com a peneira. Não dá pra aceitar prêmio de consolação só pra não encarar a mim mesma. "O Monstro e a Fuga em Blumenau" voltam à cena... mas, dessa vez, não é pelo Leandro.
Ê, Juju... quando é que tu vai crescer, guria?!
Parece que ouço a tia Tânia me falando do meu "mundinho cor-de-rosa"... me advertindo pra sair dele logo, antes que me magoassem... too late, titia; agora já foi!
E se não foi não é?!
Gostaria de me confrontar sem nenhuma esperança ou desejo de. É aquele medinho, misto com vaidade, orgulho besta de gente idiota! Medo da humilhação mesmo já estando lançada ao chão. What the hell with me?! I don't really know... but I wish I do.
Queria dormir e acordar num mundinho perfeito, naquele dia seguinte que acabou naquela mesma noite com uma notícia surpreendentemente bombástica que não me deixou dormir nas três noites seguintes, que não me deixou apreciar a comida que comia (não queria me alimentar). Nunca antes na história da minha vida (parafraseando o nosso ex-presidente, rs) eu me vi daquele jeito. Nunca estive tão segura e, em seguida, sem chão. O tudo, de fato, tornou-se nada... e eu chorei amargamente.
Já chega de lembrar e recontar. Preciso mesmo dar solução ao meu "causo" de saúde. Por isso, mais uma vez eu peço: MEU DEUS, ME AJUDE!
#oremos.
beiJu***
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Thursday, March 17, 2011
Mente rasa...
É uma sensação de impotência tão absurda. Queria muito conseguir me concentrar em algo que não fosse esse nada (TUDO) que penso tão constantemente, e que não me deixa dormir, comer, nem produzir algo útil.
Os livros de logística estão aqui, a planilha de auditoria também. Tenho ainda os exercícios do Nelson e as listas de algoritmo. Por que eu não tô conseguindo??? Eu sei que sou capaz!
No trabalho que me exige atenção, tudo era pura tensão... mas não posso me afastar do mundo pra sempre, EU QUERO VOLTAR!!! Mas daí, eu falho, choro e quero descer do mundo... #great! Que raio de pessoa inútil-sentimental-xiliquenta eu sou, hein?!
Só quero ser outra vez. Reter informações, lembrar compromissos importantes, aprender! Contribuir para o mundo com o meu pouco que agora é nada.
Meu ouvido apita, minha cabeça dói, meus membros enfraquecem, meus olhos apagam... mas eu não quero morrer!
Tá osso... e dá medo. Muito medo!
Senhor, ajuda-me!
#bomdia***
Os livros de logística estão aqui, a planilha de auditoria também. Tenho ainda os exercícios do Nelson e as listas de algoritmo. Por que eu não tô conseguindo??? Eu sei que sou capaz!
No trabalho que me exige atenção, tudo era pura tensão... mas não posso me afastar do mundo pra sempre, EU QUERO VOLTAR!!! Mas daí, eu falho, choro e quero descer do mundo... #great! Que raio de pessoa inútil-sentimental-xiliquenta eu sou, hein?!
Só quero ser outra vez. Reter informações, lembrar compromissos importantes, aprender! Contribuir para o mundo com o meu pouco que agora é nada.
Meu ouvido apita, minha cabeça dói, meus membros enfraquecem, meus olhos apagam... mas eu não quero morrer!
Tá osso... e dá medo. Muito medo!
Senhor, ajuda-me!
#bomdia***
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Sunday, February 27, 2011
Pessoas destrutivas
Como dizem, tem gente que parece ter dedo podre! Deus me perdoe, mas parece que tudo o que tocam, morre.
Não quero esse tipo de gente na minha vida... não se for pra me fazer mal.
Meu mau é pensar que posso resolver todos os problemas do mundo, especialmente os de quem eu gosto. Só que ainda que eu possa, talvez não deva.
Há lições a serem aprendidas, há muito que crescer. E, sabendo disso, me recuso solenemente a continuar "batendo numa parede esperando que ela vire uma porta" (by Coco Chanel).
#Feliz2011, pessoas da minha vida... muito FELIZ! ;)
beiJu***
Não quero esse tipo de gente na minha vida... não se for pra me fazer mal.
Meu mau é pensar que posso resolver todos os problemas do mundo, especialmente os de quem eu gosto. Só que ainda que eu possa, talvez não deva.
Há lições a serem aprendidas, há muito que crescer. E, sabendo disso, me recuso solenemente a continuar "batendo numa parede esperando que ela vire uma porta" (by Coco Chanel).
#Feliz2011, pessoas da minha vida... muito FELIZ! ;)
beiJu***
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Monday, January 17, 2011
Retrato de uma vida perfeita
Saímos de casa às 5h20. Te deixo no trabalho e vou pra ALu.
Meio-dia - tô indo pra casa; hora de dormir um pouquinho pra mais tarde fazer o jantar.
15h é sua turn: te busco no trampo, então banho e cochilo - como você merece! Mas, antes, rola um lanchinho, né?! :)
Enquanto dorme, eu preparo o jantar.
Logo jantamos e é hora de estudar.
Depois?! Depois a gente vai festar!!! \o/
[ Porque a nossa vida é linda ALWAYS e é assim que é. ] ;D
Obrigada, Deus!
* paz que excede todo entendimento *
Meio-dia - tô indo pra casa; hora de dormir um pouquinho pra mais tarde fazer o jantar.
15h é sua turn: te busco no trampo, então banho e cochilo - como você merece! Mas, antes, rola um lanchinho, né?! :)
Enquanto dorme, eu preparo o jantar.
Logo jantamos e é hora de estudar.
Depois?! Depois a gente vai festar!!! \o/
[ Porque a nossa vida é linda ALWAYS e é assim que é. ] ;D
Obrigada, Deus!
* paz que excede todo entendimento *
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Sunday, October 24, 2010
Te ver...
Ver o Caio me dilacera.
Acho que estou aprendendo um pouquinho sobre auto-controle. Lidar com o misto de dor, saudade, raiva e misericórdia indescritíveis, ou simplesmente ignorá-los, são duas coisas que eu não sabia ser capaz de manejar.
Lamento não saber destruir tais emoções e sentimentos... e sinto-me "miserable" por desejar tanto aquele alguém que esteve comigo em momentos tão bons e tão péssimos, passados recentemente.
E pensar que há 20 dias eu ainda não gostava realmente do Caio... rs... parece piada!
Foi naquela segunda-feira que percebi. Foi sexta passada que pus à prova. Foi sábado passado que ele jogou merda no ventilador. Como ele pôde?!
Eu estava tão ansiosa pra dizer que reveram o caso e meu salário vai aumentar. Tão empolgada pra viver um novo tempo diante de todas essas nossas novidades. Por um momento, pensei estarmos construindo algo de valor... mas era só pra mim.
E eu sou muito FDP por ainda escrever e falar sobre ele.
Estou tentando (e conseguindo, graças a Deus!) me reerguer depois da queda livre terminada em estatelamento no subsolo. Mas tem hora, em que por um curto momento apenas, eu simplesmente me esqueço disso tudo, e é como se fôssemos nos ver na próxima quarta-feira... hã... (rs). E tudo o que eu mais queria era não ser tão tolamente sentimental, pois tudo seria mais fácil pra mim. Contudo, eu sei que nada seria real e eu não seria tão plena. ("The Price You Gotta Pay")
E é inevitável a reconstrução de todos os acontecimentos, gestos, palavras e atitudes. Tanto positivos quanto negativos. (Eu e minha maldita memória de elefante! --')
É como se eu tivesse que fazer de tudo "palpável" pra poder então, de fato, destruir tais memórias, desapegar-me dos significados, desprender-me do passado e viver o presente.
"(...)
In the wretched life of a lonely heart
(...)"
Acho que estou aprendendo um pouquinho sobre auto-controle. Lidar com o misto de dor, saudade, raiva e misericórdia indescritíveis, ou simplesmente ignorá-los, são duas coisas que eu não sabia ser capaz de manejar.
Lamento não saber destruir tais emoções e sentimentos... e sinto-me "miserable" por desejar tanto aquele alguém que esteve comigo em momentos tão bons e tão péssimos, passados recentemente.
E pensar que há 20 dias eu ainda não gostava realmente do Caio... rs... parece piada!
Foi naquela segunda-feira que percebi. Foi sexta passada que pus à prova. Foi sábado passado que ele jogou merda no ventilador. Como ele pôde?!
Eu estava tão ansiosa pra dizer que reveram o caso e meu salário vai aumentar. Tão empolgada pra viver um novo tempo diante de todas essas nossas novidades. Por um momento, pensei estarmos construindo algo de valor... mas era só pra mim.
E eu sou muito FDP por ainda escrever e falar sobre ele.
Estou tentando (e conseguindo, graças a Deus!) me reerguer depois da queda livre terminada em estatelamento no subsolo. Mas tem hora, em que por um curto momento apenas, eu simplesmente me esqueço disso tudo, e é como se fôssemos nos ver na próxima quarta-feira... hã... (rs). E tudo o que eu mais queria era não ser tão tolamente sentimental, pois tudo seria mais fácil pra mim. Contudo, eu sei que nada seria real e eu não seria tão plena. ("The Price You Gotta Pay")
E é inevitável a reconstrução de todos os acontecimentos, gestos, palavras e atitudes. Tanto positivos quanto negativos. (Eu e minha maldita memória de elefante! --')
É como se eu tivesse que fazer de tudo "palpável" pra poder então, de fato, destruir tais memórias, desapegar-me dos significados, desprender-me do passado e viver o presente.
"(...)
In the wretched life of a lonely heart
(...)"
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Friday, October 22, 2010
As mãos do Caio...
... sobre as minhas.
Foi com isso que eu sonhei essa noite.
Por quê?!...
Sabe qual era a minha lógica?!
Tínhamos três problemas.
O primeiro, do meu ponto de vista, era mais dos outros que nosso. NUNCA tivemos problemas por conta de nossas religiões. NUNCA!
Ok, um problema a menos, então.
O segundo, pra mim, estava diretamente relacionado ao terceiro.
Naquele sábado em que conversamos lá em cima (ref. do Caio), ele me disse direta e claramente: "meu foco agora é trabalho. Preciso acertar minhas contas, não posso assumir ninguém agora."
Ótimo! Vamos resolver isso juntos.
Não foi isso o que fiz?! Tudo o que estava ao meu alcance pra sanar os problemas? Eu tenho esse dom... eu sirvo um Deus vivo!
Mas quem valoriza uma tola que faz tudo e te poupa esforços gratuitamente?!
Quanta inversão de valores... quanta falta de vergonha na minha cara.
Não posso evitar a saudade... mas sei que isso vai passar.
Logo, vou esquecer cada detalhe gravado na memória... e o "meu Caio" de fato já é memória de um alguém que não existiu. Lamentável...
Foi com isso que eu sonhei essa noite.
Por quê?!...
Sabe qual era a minha lógica?!
Tínhamos três problemas.
O primeiro, do meu ponto de vista, era mais dos outros que nosso. NUNCA tivemos problemas por conta de nossas religiões. NUNCA!
Ok, um problema a menos, então.
O segundo, pra mim, estava diretamente relacionado ao terceiro.
Naquele sábado em que conversamos lá em cima (ref. do Caio), ele me disse direta e claramente: "meu foco agora é trabalho. Preciso acertar minhas contas, não posso assumir ninguém agora."
Ótimo! Vamos resolver isso juntos.
Não foi isso o que fiz?! Tudo o que estava ao meu alcance pra sanar os problemas? Eu tenho esse dom... eu sirvo um Deus vivo!
Mas quem valoriza uma tola que faz tudo e te poupa esforços gratuitamente?!
Quanta inversão de valores... quanta falta de vergonha na minha cara.
Não posso evitar a saudade... mas sei que isso vai passar.
Logo, vou esquecer cada detalhe gravado na memória... e o "meu Caio" de fato já é memória de um alguém que não existiu. Lamentável...
Sunday, September 26, 2010
Preocupante.
Preciso falar com o Caio o quanto antes.
Teoricamente, já tenho sua resposta. Se fosse importante, já teria me respondido... ou ao menos me procurado.
Quantas voltas e perdidos tenho que me dar pra não procurá-lo; quantas coisas faço pensando nele; e embora ainda não me sinta apaixonada, sei que ajo como tal, pois tenho apego, ou como ele diz, vínculo.
A bomba de chocolate ainda está na geladeira. O Red Bull, na bolsa térmica. E, na memória, impulsos contidos; vontades espontâneas reprimidas; demonstrações de afeto censuradas.
Não há mais doçura. Não há mais mimo. Frieza...
Não quero sofrer. E não vou.
Teoricamente, já tenho sua resposta. Se fosse importante, já teria me respondido... ou ao menos me procurado.
Quantas voltas e perdidos tenho que me dar pra não procurá-lo; quantas coisas faço pensando nele; e embora ainda não me sinta apaixonada, sei que ajo como tal, pois tenho apego, ou como ele diz, vínculo.
A bomba de chocolate ainda está na geladeira. O Red Bull, na bolsa térmica. E, na memória, impulsos contidos; vontades espontâneas reprimidas; demonstrações de afeto censuradas.
Não há mais doçura. Não há mais mimo. Frieza...
Não quero sofrer. E não vou.
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Friday, September 28, 2007
Fábio Catena
Luz dos olhos... Traz vida, força e entusiasmo. Ensina, faz crescer. Me faz ser, entender, compreender, querer... Querer ser melhor, querer ser quem sou.
Esquece, lembra, intriga. Alguém diferente... Irrita, confunde e surpreende. Forte, inteligente, criativo, subjetivo. Admiro. Acredito...
Um olhar, um sorriso, uma palavra. Com sorte, uma novidade, uma orientação, um abraço... Enche os olhos, enche a alma.
Lembranças de um futuro desconhecido; a presença do passado subentendido.
Brigas insensatas, palavras duras. Uma dor, uma noite - esquecido.
Segue a história, permanece, o silêncio. Uma imagem, uma mente, um grande coração... Alguém imperfeitamente perfeito. Simplesmente alguém... o mesmo.
Esquece, lembra, intriga. Alguém diferente... Irrita, confunde e surpreende. Forte, inteligente, criativo, subjetivo. Admiro. Acredito...
Um olhar, um sorriso, uma palavra. Com sorte, uma novidade, uma orientação, um abraço... Enche os olhos, enche a alma.
Lembranças de um futuro desconhecido; a presença do passado subentendido.
Brigas insensatas, palavras duras. Uma dor, uma noite - esquecido.
Segue a história, permanece, o silêncio. Uma imagem, uma mente, um grande coração... Alguém imperfeitamente perfeito. Simplesmente alguém... o mesmo.
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