Essa vida é impressionantemente engraçada. E eu sou patética!
Extremamente introspectiva e de boa memória, revivo momentos antigos, ao ver fotos não-relacionadas de uma certa época.
Explico: recebi um e-mail de atualização de fotos no álbum do Fusca Club no Picasa. São fotos de 2007, final de ano. Eu já conhecia o Caio, mas três motivos qualificavam minha indiferença a ele: 1) namorava; 2) gordíssimo; 3) o Fusca.
Meu momento era outro: tinha encontrado o homem da minha vida que era ex-noivo d'uma mina super bacana. Namorei com ele 6 dias e percebi que a mulher da vida dele era ela (DEVOLVI).
Tinha 21 anos, trabalhava na ALu, terminava o segundo semestre na FATEC e acabara de comprar meu primeiro carro (o Ford KA, Ted).
Nem sonhava, mas em 3 (três) meses embarcaria para a Espanha em minha primeira viagem de avião. Não tinha passaporte, não tinha perspectivas, tinha tudo e nada ao mesmo tempo. Estava insatisfeita, precisava de algo novo... Meu Deus, como eu sou estranha!
Sim, eu viajei no tempo vendo fotos de pessoas que eu nunca vi! (A grande maioria, pelo menos.)..., e resgatei lembranças de um tempo ao qual sobrevivi apenas.
A vida é incrível... ah, se eu tivesse disposição pra escrever um livro. rs*
Vamo trabalhar que dinheiro não dá em árvore, né?! FUI!
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Thursday, January 5, 2012
Thursday, May 5, 2011
Vida bandida
Como pode um dia de tantos altos e baixos?!
Por um lado, um banana que parece um sol ao me ver... seu olhar, seu sorriso, chegam a ofuscar meus olhos e corar minha face. Tremo diante daquele sentimento que eu não sei o que é.
Daí, tem que aparecer o "whatever"; aquele tudo que virou nada e continua sendo tudo ao mesmo tempo que é nada. E nada muda o nada que é e que vai continuar sendo, sem razão, sem explicação, sem entendimento.
Deveria ser irrelevante, mas é sempre um acontecimento.
Deveria passar despercebido, mas sabemos que não é assim.
Enquanto (súbita e inesperadamente - ainda) espera-se que um reaja, sabe-se que outro é caso perdido.
Ah, e tem o terceiro, o quarto, o quinto... se juntamos todos, não dá um! Que enrascada... --'
Quero algo novo, alguém pra me cuidar... tô tão cansada, sabe. Quero colinhooooooooooooo!!! :'(
Esse frio me deprime. A falta de atitude de quem poderia me interessar me irrita. A saudade me invade por pura carência. E eu continuo sendo a mesma garotinha esperando sabe-se lá o que - SOZINHA.
Vai ver eu mereço, né?... talvez eu procure. Mas, pqp, alguém quebra essa barreira por mim, faz favor???
#prontofalei.
Agora vou dormir... boa noite.
Por um lado, um banana que parece um sol ao me ver... seu olhar, seu sorriso, chegam a ofuscar meus olhos e corar minha face. Tremo diante daquele sentimento que eu não sei o que é.
Daí, tem que aparecer o "whatever"; aquele tudo que virou nada e continua sendo tudo ao mesmo tempo que é nada. E nada muda o nada que é e que vai continuar sendo, sem razão, sem explicação, sem entendimento.
Deveria ser irrelevante, mas é sempre um acontecimento.
Deveria passar despercebido, mas sabemos que não é assim.
Enquanto (súbita e inesperadamente - ainda) espera-se que um reaja, sabe-se que outro é caso perdido.
Ah, e tem o terceiro, o quarto, o quinto... se juntamos todos, não dá um! Que enrascada... --'
Quero algo novo, alguém pra me cuidar... tô tão cansada, sabe. Quero colinhooooooooooooo!!! :'(
Esse frio me deprime. A falta de atitude de quem poderia me interessar me irrita. A saudade me invade por pura carência. E eu continuo sendo a mesma garotinha esperando sabe-se lá o que - SOZINHA.
Vai ver eu mereço, né?... talvez eu procure. Mas, pqp, alguém quebra essa barreira por mim, faz favor???
#prontofalei.
Agora vou dormir... boa noite.
Wednesday, April 6, 2011
2011 até aqui...
Ano estranho. Bom e ruim ao mesmo tempo. Cheio de dificuldades, me faz lembrar muito 2007.
Sei, ainda estamos no início deste ano. Mas, certamente, se eu fosse escrever todos os altos e baixos vividos até aqui, seria história pra mais de ano.
Verão bem vivido, bem curtido, com depressão à porta, mas sorriso sempre estampado. Cercada de amigos, encontro razão pra seguir em frente, consciente de que sou responsável por cada um que cativei.
As pessoas me fazem amar a vida, simplesmente por fazerem parte da minha vida. Alguns se vão... sim, sempre há aqueles que partem. Mas há também os que chegam e repartem; compartilham, somam e multiplicam - isso é fantástico, isso é AMIZADE. =)
Posso descer ao mais profundo do poço, mas nunca me esquecer do quão abençoada ainda sou mesmo estando lá. Posso sentir-me desorientada, confusa, mas nunca só... Deus sempre está comigo e no sorriso de cada amigo, vejo Seu cuidado e amor. Não seria ingrata, nem na hora da minha morte, pois se há algo que posso fazer com o coração cheio e os olhos brilhando, é agradecer.
2011 está apenas começando. Tratamentos, obrigações, cirurgias... what else?! Um longo ano que está passando muito rápido. Um hard year que já vai deixando saudade...
Que eu me supere uma vez mais. Que Deus me ilumine e que eu ache graça a Seus olhos. Que haja amor transbordante em nossos corações e que nossas ações sejam reflexo disso. Que sejamos lindos, sejamos salvos de toda loucura e amargura que invade o nosso mundo. Que sejamos o melhor que podemos ser, hoje e sempre.
#Feliz2011
Sei, ainda estamos no início deste ano. Mas, certamente, se eu fosse escrever todos os altos e baixos vividos até aqui, seria história pra mais de ano.
Verão bem vivido, bem curtido, com depressão à porta, mas sorriso sempre estampado. Cercada de amigos, encontro razão pra seguir em frente, consciente de que sou responsável por cada um que cativei.
As pessoas me fazem amar a vida, simplesmente por fazerem parte da minha vida. Alguns se vão... sim, sempre há aqueles que partem. Mas há também os que chegam e repartem; compartilham, somam e multiplicam - isso é fantástico, isso é AMIZADE. =)
Posso descer ao mais profundo do poço, mas nunca me esquecer do quão abençoada ainda sou mesmo estando lá. Posso sentir-me desorientada, confusa, mas nunca só... Deus sempre está comigo e no sorriso de cada amigo, vejo Seu cuidado e amor. Não seria ingrata, nem na hora da minha morte, pois se há algo que posso fazer com o coração cheio e os olhos brilhando, é agradecer.
2011 está apenas começando. Tratamentos, obrigações, cirurgias... what else?! Um longo ano que está passando muito rápido. Um hard year que já vai deixando saudade...
Que eu me supere uma vez mais. Que Deus me ilumine e que eu ache graça a Seus olhos. Que haja amor transbordante em nossos corações e que nossas ações sejam reflexo disso. Que sejamos lindos, sejamos salvos de toda loucura e amargura que invade o nosso mundo. Que sejamos o melhor que podemos ser, hoje e sempre.
#Feliz2011
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Thursday, March 24, 2011
E se... ?
Cara, eu odeio isso.
O que não foi feito, já era! Pra que remoer o passado?!
Mas eu gosto de solução. Gosto das coisas claras como água... límpidas, ainda que para mostrar toda imperfeição.
Eu sei lidar com o imperfeito... Com o mal resolvido, não!
E é a falta de respostas que me enlouquece, que me entorpece, que me trava.
É o descontentamento com o desfecho que não vi, com o castelo que, quando avistei, no abismo desmoronou.
E eu só me perguntava "o que foi que eu perdi?!"... E até hoje eu não sei... E o não saber me consome.
Deus, ajuda-me no que fazer. Será que é isso um dos empecilhos que afetam minha saúde?!
Tô tão confusa... tão ferida... tão desolada. E ele já não está aqui pra me consolar... faz tempo.
Se eu voltar com essa conversa, o que vai aparecer de gente falando que "quem vive de passado é museu" num tá escrito... mas foi dando ouvidos ao senso comum que eu me meti nessa merda gigante, inclusive, a de não admitir estar doente.
Não dá mais pra tapar o sol com a peneira. Não dá pra aceitar prêmio de consolação só pra não encarar a mim mesma. "O Monstro e a Fuga em Blumenau" voltam à cena... mas, dessa vez, não é pelo Leandro.
Ê, Juju... quando é que tu vai crescer, guria?!
Parece que ouço a tia Tânia me falando do meu "mundinho cor-de-rosa"... me advertindo pra sair dele logo, antes que me magoassem... too late, titia; agora já foi!
E se não foi não é?!
Gostaria de me confrontar sem nenhuma esperança ou desejo de. É aquele medinho, misto com vaidade, orgulho besta de gente idiota! Medo da humilhação mesmo já estando lançada ao chão. What the hell with me?! I don't really know... but I wish I do.
Queria dormir e acordar num mundinho perfeito, naquele dia seguinte que acabou naquela mesma noite com uma notícia surpreendentemente bombástica que não me deixou dormir nas três noites seguintes, que não me deixou apreciar a comida que comia (não queria me alimentar). Nunca antes na história da minha vida (parafraseando o nosso ex-presidente, rs) eu me vi daquele jeito. Nunca estive tão segura e, em seguida, sem chão. O tudo, de fato, tornou-se nada... e eu chorei amargamente.
Já chega de lembrar e recontar. Preciso mesmo dar solução ao meu "causo" de saúde. Por isso, mais uma vez eu peço: MEU DEUS, ME AJUDE!
#oremos.
beiJu***
O que não foi feito, já era! Pra que remoer o passado?!
Mas eu gosto de solução. Gosto das coisas claras como água... límpidas, ainda que para mostrar toda imperfeição.
Eu sei lidar com o imperfeito... Com o mal resolvido, não!
E é a falta de respostas que me enlouquece, que me entorpece, que me trava.
É o descontentamento com o desfecho que não vi, com o castelo que, quando avistei, no abismo desmoronou.
E eu só me perguntava "o que foi que eu perdi?!"... E até hoje eu não sei... E o não saber me consome.
Deus, ajuda-me no que fazer. Será que é isso um dos empecilhos que afetam minha saúde?!
Tô tão confusa... tão ferida... tão desolada. E ele já não está aqui pra me consolar... faz tempo.
Se eu voltar com essa conversa, o que vai aparecer de gente falando que "quem vive de passado é museu" num tá escrito... mas foi dando ouvidos ao senso comum que eu me meti nessa merda gigante, inclusive, a de não admitir estar doente.
Não dá mais pra tapar o sol com a peneira. Não dá pra aceitar prêmio de consolação só pra não encarar a mim mesma. "O Monstro e a Fuga em Blumenau" voltam à cena... mas, dessa vez, não é pelo Leandro.
Ê, Juju... quando é que tu vai crescer, guria?!
Parece que ouço a tia Tânia me falando do meu "mundinho cor-de-rosa"... me advertindo pra sair dele logo, antes que me magoassem... too late, titia; agora já foi!
E se não foi não é?!
Gostaria de me confrontar sem nenhuma esperança ou desejo de. É aquele medinho, misto com vaidade, orgulho besta de gente idiota! Medo da humilhação mesmo já estando lançada ao chão. What the hell with me?! I don't really know... but I wish I do.
Queria dormir e acordar num mundinho perfeito, naquele dia seguinte que acabou naquela mesma noite com uma notícia surpreendentemente bombástica que não me deixou dormir nas três noites seguintes, que não me deixou apreciar a comida que comia (não queria me alimentar). Nunca antes na história da minha vida (parafraseando o nosso ex-presidente, rs) eu me vi daquele jeito. Nunca estive tão segura e, em seguida, sem chão. O tudo, de fato, tornou-se nada... e eu chorei amargamente.
Já chega de lembrar e recontar. Preciso mesmo dar solução ao meu "causo" de saúde. Por isso, mais uma vez eu peço: MEU DEUS, ME AJUDE!
#oremos.
beiJu***
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Wednesday, January 5, 2011
Nothing's gonna change my world...
Hoje, resolvi organizar pra arquivar minha agenda 2010. Pra minha surpresa, sabe onde a vida parou?! OUTUBRO. A mais antiga nota fiscal perdida é a do último Temaki que eu comprei pro Caio.
Há muito não pensava nele. Tenho estado tão ocupada com meu #Feliz2011 e vivido dias tão bons que, graças a Deus, não dá tempo! ^^
Mas deu uma raivinha, sim, admito: nunca vou entender como ele pôde.
O que assimilei, então, foi que não importa o que o tenha levado, mas sim o que o mantém lá. Se está feliz, bom pra ele, oras! =)
***
Queria que entendessem que não preciso mesmo de alguém pra me fazer feliz. Sabe, minha vida é tão plena e tão llena, que o meu querer alguém é simplesmente pra compartilhar - apenas pra que ele reflita o meu sorriso e eu o dele. Poxa vida, como as pessoas complicam tudo!
Minha teoria do amor logo será publicada... mas sei que ainda então serei incompreendida.
Por outro lado, arde no peito a esperança de talvez encontrar... iluminar a vida do alguém a me procurar e realmente disposto a me amar... isso seria tudo.
Porque "amar não é como você se sente em relação aos outros, mas como se comporta em relação aos outros". (Pensando nisso o tempo todo.)
* FELIZ 2011 *
Há muito não pensava nele. Tenho estado tão ocupada com meu #Feliz2011 e vivido dias tão bons que, graças a Deus, não dá tempo! ^^
Mas deu uma raivinha, sim, admito: nunca vou entender como ele pôde.
O que assimilei, então, foi que não importa o que o tenha levado, mas sim o que o mantém lá. Se está feliz, bom pra ele, oras! =)
***
Queria que entendessem que não preciso mesmo de alguém pra me fazer feliz. Sabe, minha vida é tão plena e tão llena, que o meu querer alguém é simplesmente pra compartilhar - apenas pra que ele reflita o meu sorriso e eu o dele. Poxa vida, como as pessoas complicam tudo!
Minha teoria do amor logo será publicada... mas sei que ainda então serei incompreendida.
Por outro lado, arde no peito a esperança de talvez encontrar... iluminar a vida do alguém a me procurar e realmente disposto a me amar... isso seria tudo.
Porque "amar não é como você se sente em relação aos outros, mas como se comporta em relação aos outros". (Pensando nisso o tempo todo.)
* FELIZ 2011 *
Friday, December 17, 2010
Traição
Sonho sinistro e confuso que me despertou esta manhã... Orei.
No fim, meu pastor dizia: " - As pessoas que maior dificuldade temos em perdoar, são as que verdadeiramente nos adoram."
Não sei o que nada disso quis dizer, mas sei que me chocou.
A saudade do que se foi pra nunca mais voltar aperta à mesma medida em que me conformo e conforto. Cada dia é um desafio; cada lembrança, um obstáculo; cada vontade, uma frustração.
De fato, estive alterada... entorpecida, distraída. Contudo, não me culpo... aprendo. Cresço.
O que não me mata, me fortalece?!
Não sei se chega a fortalecer, mas que me faz surpreender, isso sim! Quer seja positiva ou negativamente, surpresas são sempre bem-vindas. Uma hora, vai dar certo... vai ser bom, perfeito e agradável. =]
"... aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam."
(Isaías 40:31)
No fim, meu pastor dizia: " - As pessoas que maior dificuldade temos em perdoar, são as que verdadeiramente nos adoram."
Não sei o que nada disso quis dizer, mas sei que me chocou.
A saudade do que se foi pra nunca mais voltar aperta à mesma medida em que me conformo e conforto. Cada dia é um desafio; cada lembrança, um obstáculo; cada vontade, uma frustração.
De fato, estive alterada... entorpecida, distraída. Contudo, não me culpo... aprendo. Cresço.
O que não me mata, me fortalece?!
Não sei se chega a fortalecer, mas que me faz surpreender, isso sim! Quer seja positiva ou negativamente, surpresas são sempre bem-vindas. Uma hora, vai dar certo... vai ser bom, perfeito e agradável. =]
"... aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam."
(Isaías 40:31)
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superação
Friday, December 10, 2010
Ele
Ainda mexe comigo... é verdade.
Me desconserta, desestabiliza, mexe com meus nervos, me tira o equilíbrio.
Não se importa. Não me importo. (Quis que não se importasse.)
Mas sei da ferida aberta, sei da dor que aperta, sei do quanto dói...
Um não-amor pode marcar tanto quanto um grande amor... pois não se trata de um sentimento, trata-se de um alguém e o papel que esse alguém tem na sua vida. Trata-se de fatos, do que foi real, do que valia a pena.
Não queria tê-lo visto hoje... não queria vê-lo nunca mais. Assim como na última vez antes dela, preferia ter a saudade eterna e a certeza do que não vai voltar.
Eu mudei, me estranhei e ainda me estranho. Faço coisas que eu nem sei porquê... me desconheço.
Num desamor me desiludi, a troco de algo que não senti que sentia ou que nem estava sentindo... sei lá!
Eu só quero acordar logo e, feliz da vida com minhas notas e conquistas, celebrar a vida que Deus me deu com tanto amor... sem anti-depressivos.
Me desconserta, desestabiliza, mexe com meus nervos, me tira o equilíbrio.
Não se importa. Não me importo. (Quis que não se importasse.)
Mas sei da ferida aberta, sei da dor que aperta, sei do quanto dói...
Um não-amor pode marcar tanto quanto um grande amor... pois não se trata de um sentimento, trata-se de um alguém e o papel que esse alguém tem na sua vida. Trata-se de fatos, do que foi real, do que valia a pena.
Não queria tê-lo visto hoje... não queria vê-lo nunca mais. Assim como na última vez antes dela, preferia ter a saudade eterna e a certeza do que não vai voltar.
Eu mudei, me estranhei e ainda me estranho. Faço coisas que eu nem sei porquê... me desconheço.
Num desamor me desiludi, a troco de algo que não senti que sentia ou que nem estava sentindo... sei lá!
Eu só quero acordar logo e, feliz da vida com minhas notas e conquistas, celebrar a vida que Deus me deu com tanto amor... sem anti-depressivos.
Sunday, December 5, 2010
"QUASE"
(Luís Fernando Veríssimo)
Ainda pior que a convicção do não,
é a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece,
que me mata, trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas ideias que nunca sairão do papel,
graças a essa maldita mania de viver no Outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta, eu sei de cor.
Está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez estes fossem bons motivos para se decidir entre a alegria e a dor,
sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas,
Os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira,
não aflige nem acalma.
Apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que a fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance.
Para as coisas que não podem ser mudadas, resta-nos somente a
paciência.
Porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória, é desperdiçar a
oportunidade de merecer.
Para os erros, há perdão;
para os fracassos, chances;
para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar a alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo o impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em si.
Gaste mais horas realizando, que sonhando,
Fazendo, que planeando,
Vivendo, que esperando porque,
embora quem quase morre, esteja vivo,
quem quase vive,
já morreu.
Ainda pior que a convicção do não,
é a incerteza do talvez,
é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece,
que me mata, trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos,
nas chances que se perdem por medo,
nas ideias que nunca sairão do papel,
graças a essa maldita mania de viver no Outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna;
ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta, eu sei de cor.
Está estampada na distância e frieza dos sorrisos,
na frouxidão dos abraços,
na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez estes fossem bons motivos para se decidir entre a alegria e a dor,
sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas,
Os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira,
não aflige nem acalma.
Apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que a fé mova montanhas,
nem que todas as estrelas estejam ao alcance.
Para as coisas que não podem ser mudadas, resta-nos somente a
paciência.
Porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória, é desperdiçar a
oportunidade de merecer.
Para os erros, há perdão;
para os fracassos, chances;
para os amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar a alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo o impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em si.
Gaste mais horas realizando, que sonhando,
Fazendo, que planeando,
Vivendo, que esperando porque,
embora quem quase morre, esteja vivo,
quem quase vive,
já morreu.
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Saturday, November 13, 2010
Don't get me wrong.
Sabe aquela saudade estranha de que eu falei outro dia?! Agora parece fazer todo sentido.
Falo como se tivesse morrido... não espero ver mais... não há volta. (Digo, houve ida?! rs)
Falo como se tivesse morrido... não espero ver mais... não há volta. (Digo, houve ida?! rs)
É muito difícil viver a vida sem ser mal interpretado em algum momento, por alguma pessoa. Humanos, com nossos defeitos e preconceitos, limitamos o bem que o outro nos faz. Fazemos o mal que não queremos, e o bem que queremos não fazemos (Rm 7:19). Amamos com tanta "prisão de ventre" que tornamo-nos frágeis e assinamos gratuitamente nossos atestados de "falíveis" (ou seria "falidos"?).
Onde está a convicção?! Seria ela algo momentâneo e passageiro?
Não. Ela apóia-se na decisão. E enquanto não decidirmos ser felizes, provaremos com mediocridade uma vida que Deus, com seu imenso e perfeito amor, nos proporciona a cada novo e todo dia.
Chega de máscaras, chega de farsas! É hora de crescer... é hora de ser! Completa e intensamente... perfeita imperfeitamente. (;
Sunday, October 24, 2010
Te ver...
Ver o Caio me dilacera.
Acho que estou aprendendo um pouquinho sobre auto-controle. Lidar com o misto de dor, saudade, raiva e misericórdia indescritíveis, ou simplesmente ignorá-los, são duas coisas que eu não sabia ser capaz de manejar.
Lamento não saber destruir tais emoções e sentimentos... e sinto-me "miserable" por desejar tanto aquele alguém que esteve comigo em momentos tão bons e tão péssimos, passados recentemente.
E pensar que há 20 dias eu ainda não gostava realmente do Caio... rs... parece piada!
Foi naquela segunda-feira que percebi. Foi sexta passada que pus à prova. Foi sábado passado que ele jogou merda no ventilador. Como ele pôde?!
Eu estava tão ansiosa pra dizer que reveram o caso e meu salário vai aumentar. Tão empolgada pra viver um novo tempo diante de todas essas nossas novidades. Por um momento, pensei estarmos construindo algo de valor... mas era só pra mim.
E eu sou muito FDP por ainda escrever e falar sobre ele.
Estou tentando (e conseguindo, graças a Deus!) me reerguer depois da queda livre terminada em estatelamento no subsolo. Mas tem hora, em que por um curto momento apenas, eu simplesmente me esqueço disso tudo, e é como se fôssemos nos ver na próxima quarta-feira... hã... (rs). E tudo o que eu mais queria era não ser tão tolamente sentimental, pois tudo seria mais fácil pra mim. Contudo, eu sei que nada seria real e eu não seria tão plena. ("The Price You Gotta Pay")
E é inevitável a reconstrução de todos os acontecimentos, gestos, palavras e atitudes. Tanto positivos quanto negativos. (Eu e minha maldita memória de elefante! --')
É como se eu tivesse que fazer de tudo "palpável" pra poder então, de fato, destruir tais memórias, desapegar-me dos significados, desprender-me do passado e viver o presente.
"(...)
In the wretched life of a lonely heart
(...)"
Acho que estou aprendendo um pouquinho sobre auto-controle. Lidar com o misto de dor, saudade, raiva e misericórdia indescritíveis, ou simplesmente ignorá-los, são duas coisas que eu não sabia ser capaz de manejar.
Lamento não saber destruir tais emoções e sentimentos... e sinto-me "miserable" por desejar tanto aquele alguém que esteve comigo em momentos tão bons e tão péssimos, passados recentemente.
E pensar que há 20 dias eu ainda não gostava realmente do Caio... rs... parece piada!
Foi naquela segunda-feira que percebi. Foi sexta passada que pus à prova. Foi sábado passado que ele jogou merda no ventilador. Como ele pôde?!
Eu estava tão ansiosa pra dizer que reveram o caso e meu salário vai aumentar. Tão empolgada pra viver um novo tempo diante de todas essas nossas novidades. Por um momento, pensei estarmos construindo algo de valor... mas era só pra mim.
E eu sou muito FDP por ainda escrever e falar sobre ele.
Estou tentando (e conseguindo, graças a Deus!) me reerguer depois da queda livre terminada em estatelamento no subsolo. Mas tem hora, em que por um curto momento apenas, eu simplesmente me esqueço disso tudo, e é como se fôssemos nos ver na próxima quarta-feira... hã... (rs). E tudo o que eu mais queria era não ser tão tolamente sentimental, pois tudo seria mais fácil pra mim. Contudo, eu sei que nada seria real e eu não seria tão plena. ("The Price You Gotta Pay")
E é inevitável a reconstrução de todos os acontecimentos, gestos, palavras e atitudes. Tanto positivos quanto negativos. (Eu e minha maldita memória de elefante! --')
É como se eu tivesse que fazer de tudo "palpável" pra poder então, de fato, destruir tais memórias, desapegar-me dos significados, desprender-me do passado e viver o presente.
"(...)
In the wretched life of a lonely heart
(...)"
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Friday, October 22, 2010
As mãos do Caio...
... sobre as minhas.
Foi com isso que eu sonhei essa noite.
Por quê?!...
Sabe qual era a minha lógica?!
Tínhamos três problemas.
O primeiro, do meu ponto de vista, era mais dos outros que nosso. NUNCA tivemos problemas por conta de nossas religiões. NUNCA!
Ok, um problema a menos, então.
O segundo, pra mim, estava diretamente relacionado ao terceiro.
Naquele sábado em que conversamos lá em cima (ref. do Caio), ele me disse direta e claramente: "meu foco agora é trabalho. Preciso acertar minhas contas, não posso assumir ninguém agora."
Ótimo! Vamos resolver isso juntos.
Não foi isso o que fiz?! Tudo o que estava ao meu alcance pra sanar os problemas? Eu tenho esse dom... eu sirvo um Deus vivo!
Mas quem valoriza uma tola que faz tudo e te poupa esforços gratuitamente?!
Quanta inversão de valores... quanta falta de vergonha na minha cara.
Não posso evitar a saudade... mas sei que isso vai passar.
Logo, vou esquecer cada detalhe gravado na memória... e o "meu Caio" de fato já é memória de um alguém que não existiu. Lamentável...
Foi com isso que eu sonhei essa noite.
Por quê?!...
Sabe qual era a minha lógica?!
Tínhamos três problemas.
O primeiro, do meu ponto de vista, era mais dos outros que nosso. NUNCA tivemos problemas por conta de nossas religiões. NUNCA!
Ok, um problema a menos, então.
O segundo, pra mim, estava diretamente relacionado ao terceiro.
Naquele sábado em que conversamos lá em cima (ref. do Caio), ele me disse direta e claramente: "meu foco agora é trabalho. Preciso acertar minhas contas, não posso assumir ninguém agora."
Ótimo! Vamos resolver isso juntos.
Não foi isso o que fiz?! Tudo o que estava ao meu alcance pra sanar os problemas? Eu tenho esse dom... eu sirvo um Deus vivo!
Mas quem valoriza uma tola que faz tudo e te poupa esforços gratuitamente?!
Quanta inversão de valores... quanta falta de vergonha na minha cara.
Não posso evitar a saudade... mas sei que isso vai passar.
Logo, vou esquecer cada detalhe gravado na memória... e o "meu Caio" de fato já é memória de um alguém que não existiu. Lamentável...
Friday, September 28, 2007
Fábio Catena
Luz dos olhos... Traz vida, força e entusiasmo. Ensina, faz crescer. Me faz ser, entender, compreender, querer... Querer ser melhor, querer ser quem sou.
Esquece, lembra, intriga. Alguém diferente... Irrita, confunde e surpreende. Forte, inteligente, criativo, subjetivo. Admiro. Acredito...
Um olhar, um sorriso, uma palavra. Com sorte, uma novidade, uma orientação, um abraço... Enche os olhos, enche a alma.
Lembranças de um futuro desconhecido; a presença do passado subentendido.
Brigas insensatas, palavras duras. Uma dor, uma noite - esquecido.
Segue a história, permanece, o silêncio. Uma imagem, uma mente, um grande coração... Alguém imperfeitamente perfeito. Simplesmente alguém... o mesmo.
Esquece, lembra, intriga. Alguém diferente... Irrita, confunde e surpreende. Forte, inteligente, criativo, subjetivo. Admiro. Acredito...
Um olhar, um sorriso, uma palavra. Com sorte, uma novidade, uma orientação, um abraço... Enche os olhos, enche a alma.
Lembranças de um futuro desconhecido; a presença do passado subentendido.
Brigas insensatas, palavras duras. Uma dor, uma noite - esquecido.
Segue a história, permanece, o silêncio. Uma imagem, uma mente, um grande coração... Alguém imperfeitamente perfeito. Simplesmente alguém... o mesmo.
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